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Conheça o significado de alguns termos técnicos encontrados no site:

Aflatoxinas
Segundo Heathcote (1984), as aflatoxinas são metabólitos secundários, tóxicos, produzidos por algumas linhagens de Aspergillus flavus e A. parasiticus, além de outras espécies como A. nomius (Frisvad & Thrane, 1996). Sob condições favoráveis de temperatura e humidade, estes fungos podem crescer em certos alimentos, resultando na produção de aflatoxinas (Fortnum, 1986; Lillehoj, 1986).

As principais aflatoxinas produzidas pelos fungos são B1, B2, G1, e G2. Com relação aos efeitos tóxicos das aflatoxinas, foi verificado que as quatro principais aflatoxinas apresentam o seguinte grau de toxicidade: B1 >G1 >B2 >G2. Destas, a mais tóxica e cancerígena é a B1 (Carnaghan et al., 1963).

Em todo o mundo, há uma crescente consciencialização das sérias consequências que a ingestão de concentrações elevadas de aflatoxinas pode causar à saúde humana e dos animais (FAO, 1993) e mesmo as concentrações baixas, desde que continuamente.

A exposição às concentrações crónicas é mais provável do que às concentrações mais agudas e existem evidencias, que levam a crer, que o consumo de concentrações crónicas, de aflatoxinas, provavelmente, conduzam ao cancro. Assim, as exposições a concentrações crónicas destas toxinas representam sérios problemas para a saúde pública (Roebuch & Maxuilenko, 1994).

Os efeitos das aflatoxinas podem ser bioquímicos e biológicos. Bioquimicamente, as aflatoxinas podem afetar o metabolismo de energia, de carbohidratos e de lipídios e também dos ácidos nucléicos e das proteínas. Os efeitos biológicos: são carcinogenicidade, mutagenicidade, teratogenicidade, hepatotoxicidade e aflatoxicoses (Ellis et al., 1991; Bradburn & Coker, 1993).

O impacto económico resultante da contaminação por aflatoxina ocorre em todas as etapas da produção vegetal e animal, comercialização e utilização dos produtos(Kubena et al., 1990). A facilidade e frequência com que as aflatoxinas contaminam os produtos agrícolas, e ao mesmo tempo, a exposição de animais a níveis crónicos destes compostos químicos, via dieta contaminada, podem ser as principais diferenças entre o lucro e o prejuízo para actividade agro-industrial (Jones et al., 1982; Nichols, 1983; Hamilton, 1984).

Em muitos países, os níveis permitidos de aflatoxinas em produtos alimentícios estão entre 5 a 50 µg.kg-1 (FAO, 1993). No Brasil, a presença de aflatoxinas nos alimentos é regulada pela Resolução Nº 34.176 do Ministério da Saúde (Brasil, 1977), que estabelece 30 µg.kg-1 para a somatória das aflatoxinas B1 e G1, e mais recentemente, pela internacionalização das normas do Mercosul, pela Portaria Nº 183 do dia 21 de Março de 1996, do Ministério da Agricultura do Abastecimento e da Reforma Agrária, que estabelece o limite máximo de 20 µg.kg-1, para a somatória das aflatoxinas B1, B2, G1, e G2 (Brasil, 1996).

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Colostro
O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma fonte rica de anticorpos (imunoglobulinas) que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. É também um alimento muito nutritivo e tem efeito laxante ajudando a expelir o Mecônio.

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Imunoglobulinas
As imunoglobulinas ou anticorpos são um grupo de glicoproteínas presentes no soro e nos líquidos orgânicos que atacam os agentes invasores do organismo (antígenos). São produzidas pelos linfócitos B, precursores que, depois de sensibilizados, isto é, depois de terem entrado em contacto com o antígeno, originam os plasmócitos de diferentes linhagens e clones celulares, que irão produzir as cinco fracções de imunoglobulinas, denominadas imunoglobulinas G, A, M, D e E. Apesar de apresentarem muitas semelhanças, diferem entre si no tamanho, na composição de aminoácidos, no conteúdo de carbohidratos e na carga eléctrica.

A estrutura básica de uma molécula de imunoglobulina (monômero) consiste em duas cadeias polipeptídicas de cadeias leves e duas cadeias pesadas, sempre em pares idênticos. As quatro cadeias mantêm-se unidas por ligações de pontes dissulfeto, sendo que as duas leves (L) são menores e comuns a todas as classes de imunoglobulinas. As cadeias pesadas (H) possuem um alto peso molecular, contêm cerca de 440 aminoácidos e são maiores, com estruturas distintas em cada classe ou subclasse.

As imunoglobulinas possuem dois sítios idênticos de ligação com o antígeno. Um é feito pela cadeia H, e outro, pela cadeia L. São bifuncionais, pois cada molécula de imunoglobulina apresenta uma região que age na ligação com o antígeno, enquanto a outra promove a ligação das imunoglobulinas às células do sistema imunitário e ao sistema complemento.

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Inositol
O inositol é um poliálcool cíclico contendo um anel de seis átomos de carbono e seis grupos OH (ciclohexanopoliol), sendo um importante constituinte celular, estando envolvido em diferentes processos bioquímicos. Em mamíferos o inositol existe principalmente sob a forma de derivados fosforilados, os quais participam da comunicação celular.

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Nucleotídeos
A degradação lenta de ácidos nucléicos origina uma mistura de ácidos conhecidos como nucleotídeos, formados sempre por: uma base purínica ou pirimidínica, uma unidade de fosfato e uma unidade pentose.

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Vilosidades Intestinais e Micro-vilosidades
As ''vilosidades intestinais'' e as "micro-vilosidades" têm a função de aumentar a absorção dos nutrientes após digestão.

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